Precisamos compreender a transformação e adaptação do Direito em diferentes aspectos, desde os primórdios até os dias atuais. Com a chegada da era computacional, a sociedade está conseguindo, com muito sucesso, caminhar em conjunto com essa novidade. O Direito, por sua feita, um das principais ciências sociais, não ficou de fora e mais uma vez tenta suprir as necessidades da sociedade de acordo com cada época.
O movimento de inserção de mecanismos tecnológicos no Direito é irrefreável e vem trazendo diversos benéficios para todo o sistema. A insersão de inovações tecnológias no poder judiciário brasileiro tem promovido resultados positivos no que se refere à celeridade e à produtividade jurisdicional, tanto com a utilizaçao dos Processos Judiciais Eletrônicos (PJE) e, especificamente, com os projetos de Inteligências Artificiais (IA), desenvolvidos nos diversos tribunais de todo o país.
Nessa interím, compreende-se que a inteligência artificial na área jurídica funciona como um instrumento de apoio, um auxílio para as atividades repetitivas que antes eram feitas por humanos. A Inteligência Artificial representa um instrumento de suporte e apoio aos advogados e às decisões judiciais, auxiliando os magistrados nos processos de tomada de decisão e até expondo analogias e contradições que seriam difícieis de identificar por meios humanos.
Contudo, se por um lado a utilização da tecnologia possui a pretenção de contribuir e auxiliar de maneira positiva para o sistema juridico, por outro, é necessário que se mantenha o cuidado necessário com o seu uso, pois apesar de trabalhar de maneira extremamente objetiva, ela também pode carregar subjetividades imperdoáveis que são geradas no momento da implantação dos algorítmos e no fornecimento de dados para o aprendizado de máquina.
Nesse contexto, é sabido que há a possibilidade de as máquinas refletirem valores humanos que foram envolvidos em sua programação, dando a entender que hoje em dia, por mais completo e complexo sejam os sistemas inteligentes, as máquinas ainda não possuem a competência de substituir a capacidade de apreciação e valoração humana, não podendo integrar todos os elementos sociais a uma decisão judicial, visto que, pelo que foi abordado, o resultado obtido por um sistema jurídico inteligente não seria justo e equitativo.
Não se pode olvidar, contudo, que a implantação de inteligências artificiais
ainda passará por um longo processo de debates éticos, filosóficos e sociológicos, para que seja levado em consideração os valores e sentimentos humanos. Tudo ainda está em processo gestacional e sua utilização no campo do direito ainda dá os primeiros passos, fazendo as primeiras descobertas, oberservando as vantagens e desvantagens dos sistemas para que no futuro se possa chegar a um senso comum e a um uso seguro e eficaz de tais meios.
Conclui-se, portanto, que o uso de inteligência artificial proporciona inúmeros benefícios à prestação jurisdicional e que o judiciário brasileiro tende a se expandir nesse cenário. Assim, a sua contínua evolução é necessária, com a finalidade de que as inteligências artificiais sejam mais bem compreendidas e evoluam sem trazer insegurança em seu uso. Afinal, nos moldes atuais, essas tecnologias não podem integrar todos os elementos jurídicos, mas, talvez, no futuro sim, algo que deve ser observado continuadamente pelo Direito.
Precisamos compreender a transformação e adaptação do Direito em diferentes aspectos, desde os primórdios até os dias atuais. Com a chegada da era computacional, a sociedade está conseguindo, com muito sucesso, caminhar em conjunto com essa novidade. O Direito, por sua feita, um das principais ciências sociais, não ficou de fora e mais uma vez tenta suprir as necessidades da sociedade de acordo com cada época.
O movimento de inserção de mecanismos tecnológicos no Direito é irrefreável e vem trazendo diversos benéficios para todo o sistema. A insersão de inovações tecnológias no poder judiciário brasileiro tem promovido resultados positivos no que se refere à celeridade e à produtividade jurisdicional, tanto com a utilizaçao dos Processos Judiciais Eletrônicos (PJE) e, especificamente, com os projetos de Inteligências Artificiais (IA), desenvolvidos nos diversos tribunais de todo o país.
Nessa interím, compreende-se que a inteligência artificial na área jurídica funciona como um instrumento de apoio, um auxílio para as atividades repetitivas que antes eram feitas por humanos. A Inteligência Artificial representa um instrumento de suporte e apoio aos advogados e às decisões judiciais, auxiliando os magistrados nos processos de tomada de decisão e até expondo analogias e contradições que seriam difícieis de identificar por meios humanos.
Contudo, se por um lado a utilização da tecnologia possui a pretenção de contribuir e auxiliar de maneira positiva para o sistema juridico, por outro, é necessário que se mantenha o cuidado necessário com o seu uso, pois apesar de trabalhar de maneira extremamente objetiva, ela também pode carregar subjetividades imperdoáveis que são geradas no momento da implantação dos algorítmos e no fornecimento de dados para o aprendizado de máquina.
Nesse contexto, é sabido que há a possibilidade de as máquinas refletirem valores humanos que foram envolvidos em sua programação, dando a entender que hoje em dia, por mais completo e complexo sejam os sistemas inteligentes, as máquinas ainda não possuem a competência de substituir a capacidade de apreciação e valoração humana, não podendo integrar todos os elementos sociais a uma decisão judicial, visto que, pelo que foi abordado, o resultado obtido por um sistema jurídico inteligente não seria justo e equitativo.
Não se pode olvidar, contudo, que a implantação de inteligências artificiais
ainda passará por um longo processo de debates éticos, filosóficos e sociológicos, para que seja levado em consideração os valores e sentimentos humanos. Tudo ainda está em processo gestacional e sua utilização no campo do direito ainda dá os primeiros passos, fazendo as primeiras descobertas, oberservando as vantagens e desvantagens dos sistemas para que no futuro se possa chegar a um senso comum e a um uso seguro e eficaz de tais meios.
Conclui-se, portanto, que o uso de inteligência artificial proporciona inúmeros benefícios à prestação jurisdicional e que o judiciário brasileiro tende a se expandir nesse cenário. Assim, a sua contínua evolução é necessária, com a finalidade de que as inteligências artificiais sejam mais bem compreendidas e evoluam sem trazer insegurança em seu uso. Afinal, nos moldes atuais, essas tecnologias não podem integrar todos os elementos jurídicos, mas, talvez, no futuro sim, algo que deve ser observado continuadamente pelo Direito.




























































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