O senador Marcos do Val (Podemos-ES) anunciou, nesta 5ª feira (02.fev), que irá encerrar definitivamente sua carreira política e retornar às suas atividades profissionais nos Estados Unidos. Eleito em 2018 pelo estado do Espírito Santo, ele ainda teria mais 4 anos de mandato.
“Nos próximos dias, darei entrada no pedido de afastamento do Senado e voltarei para a minha carreira nos EUA”, informou o político, em uma publicação nas redes sociais.
Marcos do Val atribuiu a decisão a complicações de saúde, citando inclusive um “princípio de infarto”, ao distanciamento da família e a supostos ataques sofridos por ele, em decorrência de seu posicionamento político.
“Não adianta ser transparente, honesto e lutar por um Brasil melhor, sem os ataques e as ofensas que seguem da mesma forma”, ele escreveu.
O político declarou ainda ter perdido a paixão pela atividade, e ponderou que, sem esse sentimento, “nada existe de grandioso”.
“Desculpem, mas meu tempo, a minha saúde até a minha paciência já não estão mais em mim! Por mais que doa, o adeus é a melhor solução para acalmar o meu coração”, concluiu Marcos do Val.
Há que se ponderar que as pessoas que se tornam notórias, conhecidas pelo público em geral, normalmente atraem sobre si manifestações e juízos de valoração nem sempre favoráveis, por melhores que sejam tais pessoas.
No caso dos políticos, estão sujeitos de forma especial às críticas públicas, e é fundamental que se garanta não só ao povo em geral larga margem de fiscalização e censura de suas atividades, mas sobretudo à imprensa, ante a relevante utilidade pública da mesma. É muito importante salientar que quando a imprensa dirige ataques a uma pessoa comum, sem vida pública, causa mais forte impressão em seus ouvintes ou leitores. Se elas são dirigidas a políticos, o senso comum leva a minimizá-las, precisamente porque todos sabem que quem faz política coloca-se em campo proceloso, ganhando a admiração de uns e o repúdio de outros.
Portanto, o Senador já sabia que receberia críticas como homem público.
Todos nós trabalhadores comuns também não temos tempo pra família.
É bom que deixará o suplente trabalhar em prol da coletividade, más há quem diga que ele não irá renunciar ao cargo e essa é mais uma jogada do senador para voltar aos holofotes que foram ofuscados após o resultado das eleições 2022 em específico na eleição do presidente Lula.
Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos.
O senador Marcos do Val (Podemos-ES) anunciou, nesta 5ª feira (02.fev), que irá encerrar definitivamente sua carreira política e retornar às suas atividades profissionais nos Estados Unidos. Eleito em 2018 pelo estado do Espírito Santo, ele ainda teria mais 4 anos de mandato.
“Nos próximos dias, darei entrada no pedido de afastamento do Senado e voltarei para a minha carreira nos EUA”, informou o político, em uma publicação nas redes sociais.
Marcos do Val atribuiu a decisão a complicações de saúde, citando inclusive um “princípio de infarto”, ao distanciamento da família e a supostos ataques sofridos por ele, em decorrência de seu posicionamento político.
“Não adianta ser transparente, honesto e lutar por um Brasil melhor, sem os ataques e as ofensas que seguem da mesma forma”, ele escreveu.
O político declarou ainda ter perdido a paixão pela atividade, e ponderou que, sem esse sentimento, “nada existe de grandioso”.
“Desculpem, mas meu tempo, a minha saúde até a minha paciência já não estão mais em mim! Por mais que doa, o adeus é a melhor solução para acalmar o meu coração”, concluiu Marcos do Val.
Há que se ponderar que as pessoas que se tornam notórias, conhecidas pelo público em geral, normalmente atraem sobre si manifestações e juízos de valoração nem sempre favoráveis, por melhores que sejam tais pessoas.
No caso dos políticos, estão sujeitos de forma especial às críticas públicas, e é fundamental que se garanta não só ao povo em geral larga margem de fiscalização e censura de suas atividades, mas sobretudo à imprensa, ante a relevante utilidade pública da mesma. É muito importante salientar que quando a imprensa dirige ataques a uma pessoa comum, sem vida pública, causa mais forte impressão em seus ouvintes ou leitores. Se elas são dirigidas a políticos, o senso comum leva a minimizá-las, precisamente porque todos sabem que quem faz política coloca-se em campo proceloso, ganhando a admiração de uns e o repúdio de outros.
Portanto, o Senador já sabia que receberia críticas como homem público.
Todos nós trabalhadores comuns também não temos tempo pra família.
É bom que deixará o suplente trabalhar em prol da coletividade, más há quem diga que ele não irá renunciar ao cargo e essa é mais uma jogada do senador para voltar aos holofotes que foram ofuscados após o resultado das eleições 2022 em específico na eleição do presidente Lula.
Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos.




























































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