Um político influente da capital estaria envolvido no caso. No entanto, as investigações mantêm estrita discrição sobre as reais motivações da tragédia entre a comandante da Guarda Municipal e o Policial Rodoviário Federal.
As investigações sobre o trágico episódio que resultou na morte de Dayse Barbosa, de 37 anos, subsecretária e comandante da Guarda Municipal de Vitória, e no subsequente suicídio do autor do crime, o policial rodoviário federal Diego Oliveira de Souza, continuam avançando sob sigilo por parte da Polícia Civil do Espírito Santo. O caso, tipificado pelas autoridades policiais como feminicídio seguido de suicídio, chocou a capital capixaba.
De acordo com os laudos e informações oficiais divulgados inicialmente pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Mulher (DHPM), o crime ocorreu após o policial rodoviário, inconformado com o fim do relacionamento de cerca de quatro anos, invadir a residência da comandante. Dayse foi surpreendida enquanto dormia e não teve chances de defesa. Após cometer o assassinato, o agressor tirou a própria vida no local.
Terceira pessoa seria política influente da capital
Rumores apontam para a suposta existência de uma terceira pessoa, cujo envolvimento teria tensionado a relação do casal nos dias anteriores ao crime. Informações não oficiais ventiladas por interlocutores locais sugerem que essa figura seria um político influente da capital capixaba, o que pode trazer novos desdobramentos para o caso, que corre sob sigilo absoluto.
A Polícia Civil tem adotado uma postura de extrema cautela, preferindo não comentar detalhes protegidos pelo segredo de Justiça para preservar a integridade das investigações e a memória das famílias envolvidas.
Celular da vítima e foco investigativo
Até o momento, os elementos materiais colhidos pela perícia e os depoimentos formais de testemunhas reforçam o histórico de comportamento controlador e possessivo do agressor. Amigos e familiares confirmaram que a comandante tentava romper definitivamente o vínculo amoroso devido ao perfil abusivo do parceiro, que a acusava de infidelidade.
Familiares e amigos aguardam o desfecho da apuração, especialmente a perícia no celular da vítima, que pode esclarecer as reais circunstâncias e dinâmicas que cercavam a relação do casal.





























































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