O Ministério Público do Espírito Santo (MPES) deflagrou na manhã desta quarta-feira (30 de julho) três operações judiciais simultâneas — batizadas de Argos, Iris e Lúmen — com o objetivo de desmontar um esquema criminoso envolvendo policiais militares na Grande Vitória.
Investigados e medidas preventivas
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22 pessoas estão sob investigação, incluindo 15 policiais militares e 7 civis Foram cumpridos:
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6 prisões preventivas;
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8 mandados de menagem (prisão cautelar);
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31 mandados de busca e apreensão;
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15 afastamentos cautelares das funções públicas;
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Medidas como indisponibilidade de bens dos investigados
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Órgãos envolvidos e atuação
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A operação foi conduzida por uma força-tarefa composta por promotores do GAECO e da Promotoria Criminal de Vitória, com apoio da Corregedoria da Polícia Militar e da Assessoria Militar do MPES.
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Participaram aproximadamente 120 policiais militares e 10 promotores de justiça no cumprimento das medidas judiciais.
Crimes investigados
As apurações apontam suspeitas de crimes graves, tais como:
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corrupção (ativa e passiva),
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peculato,
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lavagem de dinheiro,
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tráfico de drogas,
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associação para o tráfico,
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organização criminosa,
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agiotagem conduzida por agentes públicos.
Como funcionava o esquema
Segundo o MPES, os dados coletados indicam que:
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policiais recebiam propinas para fornecer proteção a facções criminosas violentas;
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havia envolvimento na comercialização de drogas apreendidas em operações policiais;
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recursos ilícitos eram ocultados por meio de terceiros interpostos.
Balanço e próximos passos
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A investigação segue em segredo de justiça, com análise aprofundada de provas e sigilos bancários.
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O próximo passo será a oferta de denúncias formais, com base nos elementos reunidos.
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A expectativa do MPES é alcançar todos os envolvidos e responsabilizá-los conforme a lei.




























































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