Nesta sexta-feira, 08, Jaguaré recebe a exposição “Do Passado ao Horizonte, 150 Anos de Travessias”. A exposição é uma homenagem aos 150 anos da imigração italiana no Espírito Santo e no Brasil e será realizada no auditório da Prefeitura. O evento de abertura terá início às 17 horas. A exibição está sendo realizada simultaneamente em 21 cidades capixabas e é uma continuidade dos eventos que marcam os 150 anos da imigração italiana no Espírito Santo e no Brasil.
A exposição
A exposição é organizada pela Comunità Italiana, em parceria com a Prefeitura de Jaguaré, o Governo do Estado, a Associação do Movimento Italiano de Jaguaré – Amitaj, o Arquivo Público do Estado do Espírito Santo, Secretaria Estadual de Cultura – Secult e conta com recursos da Lei de Incentivo à Cultura – LICC e do Grupo Águia Branca.
A exposição, que ficará disponível por 30 dias, é dividida em quatro momentos históricos do processo imigratório distribuídos em 20 lâminas de tecido, no tamanho de 1,80mx90cm, que retratam as motivações da emigração dentro do processo de Unificação Italiana, a viagem dos migrantes, o contato com o Novo Mundo e as perspectivas de futuro.
Chegada dos Italianos foi um Marco Histórico
Em 21 de fevereiro de 1874, o navio “La Sofia” atracou no porto de Vitória, marcando o início oficial da imigração italiana no Brasil. Com quase 400 imigrantes a bordo, essa data se tornou emblemática na história nacional, celebrando 150 anos de uma jornada cultural e sociológica marcante.
A chegada desse primeiro navio marcou o início de um fluxo migratório contínuo que moldaria a demografia e a cultura brasileiras para sempre – estima-se que cerca de 25 milhões de brasileiros tenham ascendência italiana, o que representa uma parte significativa da população do país.
Jaguaré
A partir da chegada das primeiras famílias de colonos italianos a Jaguaré em 1946, o município experimentou um forte período de desenvolvimento. Hoje, a boa parte da população do município é de descendentes italianos. Os primeiros descendentes de italianos eram compostos por diversas famílias, como Altoé, Sossai, Morelo, Cesconeto, Martins, Facco, Brioschi, Falcheto, Cerutti, Cocco, Ribondi, Sesquim, entre outras.
As primeiras famílias de trabalhadores descendentes de italianos, assim que chegaram iniciaram a preparação da terra e se dedicaram à formação de lavouras. A partir do início da década de 1950, outras famílias de colonos italianos migraram para Jaguaré vindas dos municípios de Cachoeiro de Itapemirim, Castelo e Venda Nova do Imigrante.






























































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