Na tarde de quinta-feira, 07 de novembro, o prefeito Marcos Guerra, participou do 1º Fórum Nacional da Pimenta-do-Reino. O evento é organizado pela Brazilian Spice Association – BSA. O fórum teve o objetivo de debater e analisar as novidades, as prioridades, demandas e exigências do mercado internacional para exportação da especiaria.
O evento reuniu autoridades e gestores municipais. Além do prefeito de Jaguaré, Marcos Guerra e do vice-prefeito, Elder Sossai, esteve presente o vice-governador e governador em exercício, Ricardo Ferraço, que veio acompanhado do secretário estadual de Agricultura, Ênio Bérgoli.
Entre outros, compareceram o vereador Elizeu Ribeiro, os deputados federais Gilson Daniel e Evair de Melo, o prefeito de Sooretama, Alessandro Broedel e o prefeito eleito daquele município, Fernando Camiletti, o prefeito eleito de São Mateus, Marcus da Cozivip, além do presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado – Creas/ES, Jorge Silva e o presidente da BSA, Frank Moro.
Base econômica de qualidade
Marcos Guerra participou da abertura oficial destacando a importância da pimenta-do-reino para Jaguaré.
“Jaguaré tem experimentado um desenvolvimento muito forte nos últimos anos. E muito desse desenvolvimento passa pelo setor da pimenta – uma das nossas bases econômicas, que apresenta a força dos nossos produtores entregando, cada vez mais, produto de qualidade”, afirmou Marcos Guerra.
Maior produtor nacional
O vice-governador, Ricardo Ferraço, destacou que o Estado é liderado pela propriedade de base familiar.
“A nossa propriedade é de base familiar, mas é tecnológica, eficiente, sustentável e é exportadora. Se nós formos considerar entre as nossas mais importantes atividades, a pimenta-do-reino está presente. Em poucos ano nossos produtores rurais conseguiram elevar em dez vezes a produção de pimenta fazendo com que o Espírito Santo seja o primeiro produtor nacional, respondendo por mais de 60% da produção de pimenta-do-reino”, ressaltou o vice-governador.
Ricardo Ferraço também destacou que o fato de ser o primeiro produtor brasileiro da especiaria, confere muita responsabilidade ao Estado. Segundo ele, “quem é o primeiro tem que ser o líder e o líder precisa orientar a pegada, o roteiro em todo o País”. Ferraço também lembrou que é preciso fazer uma reflexão sobre uso de tecnologia, discutir variedade, conhecimento, o mercado e “estarmos preparados para as oscilações do mercado de modo a proteger a remuneração, o esforço, o trabalho, o suor e a lágrima de quem conduz a lavoura de café, e pimenta-do-reino.































































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